Domaine - Mayfair Games

O Rei encontra-se ausente do seu reino tendo viajado para terras distantes. Durante a sua ausência o Reino cai no caos e na desordem. Cada duque tenta construir o seu próprio poder e influência. As fronteiras irão ser redesenhadas, e o Reino ficará dividido. Quem irá controlar as regiões mais valiosas, quando o Rei regressar?
Cada jogador constrói castelos e cerca-os com barreiras. Quando o castelo é completamente cercado, o proprietário do castelo controla as terras desse Domínio (Domaine). As florestas e as vilas que estejam dentro do Domínio, valem pontos de vitória, e o jogador com o maior número de pontos de vitória é o vencedor do jogo.

Conteúdo:
¤ 4 Partes em “L” que formam as extremidades do tabuleiro de jogo e as respectivas conexões;
¤ 9 Quadrados que constituem o interior do tabuleiro de jogo;
¤ 60 Cartas de Acção;
¤ 60 Cavaleiros e 16 Castelos em 4 cores;
¤ 100 Barreiras;
¤ 47 Moedas de Ouro (Ducats), no valor de 1 (x36) e 5 (x11);
¤ 1 Peça com um brasão para cada jogador (marcador dos pontos de vitória);
¤ 1 Peça com o Rei.

O jogador mais velho é quem começa a colocar as peças, colocando um castelo em qualquer espaço de campo desocupado e um cavaleiro numa floresta ou num espaço de campo adjacente desocupado. A construção dos castelos contínua com o jogador que se encontra do lado esquerdo e prossegue até cada jogador tenha colocado, alternadamente, os seus 4 castelos e 4 cavaleiros (3 cavaleiros num jogo com 4 jogadores).
O teu objectivo é ter o controlo das áreas circundantes aos teus castelos, através das barreiras. Quando um único castelo estiver completamente cercado, criará um Domínio.
As florestas e vilas dão pontos de vitória, enquanto as minas dão ducats. Assim, deves colocar os teus castelos, o mais perto possível desses territórios.
Sequência do Jogo
O último jogador que colocou os castelos e os cavaleiros, é o primeiro a jogar.
Podes começar a tua vez de jogar coleccionando ducats, caso tenhas o controlo de alguma mina. Depois tens de efectuar uma das seguintes acções:

1) Vender uma carta de acção à Chancelaria;
2) Jogar uma carta de acção. Existem 5 tipos de acções diferentes: Colocar Cavaleiros, Colocar Barreiras, Expandir o teu Domínio, Desertar e Aliança.
No fim da tua vez de jogar, tens de voltar a ter na tua mão 3 cartas, retirando uma do topo do baralho de cartas de acção ou podes tirar uma carta da Chancelaria. O jogo prossegue no sentido dos ponteiros do relógio.
O jogo pode terminar de duas maneiras:

1ª) Se um qualquer jogador mover a sua peça com o brasão para cima do espaço com a peça do rei no trilho da pontuação.
2ª) Se um jogador retirar a última carta do baralho das cartas de acção.
O jogador com o maior número de pontos é o vencedor!
Se existir um empate, então o jogador empatado com o maior número de ductas na sua posse é o vencedor!
Um jogo muito interessante e original. Um jogo de pura estratégia, em que o tabuleiro de jogo é sempre diferente, em cada jogo. As miniaturas são de boa qualidade gráfica. Este jogo da Mayfair Games/Kosmos, é mais um exemplo de uma caixa do jogo feita á media das peças, onde todos os componentes do jogo ficam impecavelmente guardados. Para mim, este jogo e o Elasund são os melhores jogos de Klaus Teuber.
Já fiz a tradução das regras do jogo para Português.




Paulo Santos
Paulo Santos
Paulo Santos
Maria Constança Silva

Mykerinos - Ystari

1899. Por mais de um século, o público Europeu tem estado fascinado pela Egiptologia, e pelas descobertas de Denon, Champolion, Petrie e outras.
Na busca de aventura e glória, equipas de arqueólogos procuram nas áreas do Egipto por tesouros escondidos.
Conteúdo:- 1 Tabuleiro de Jogo
- 36 Cartas “campo/mecenas”
- 100 Cubos de “Arqueólogos” (25 por cada cor: azul, vermelho, verde e branco)
- 19 Marcas em disco para os jogadores (incluindo 1 marca de “primeiro jogador” e 6 marcas de pontuação “+50”)
- 5 Marcas de “mecenas” (1 laranja, 1 preta, 1 castanha, 1 amarela e 1 roxa)
- Livro de Regras
Os jogadores personificam arqueólogos, trabalhando para mecenas. Eles escavam a terra do Egipto para encontrar artefactos valiosos, os quais irão ornamentar as mais prestigiadas salas do Museu. No fim do jogo, o Museu organiza uma grande exibição. O jogador que tiver obtido mais prestígio (com a descoberta de coisas e obtendo os lugar mais vantajosos no Museu) ganha o jogo.

O jogo está dividido em quatro temporadas. Durante cada temporada, os jogadores escavam uma região do Egipto através da colocação dos seus homens nas várias áreas de escavação da região. No fim de cada temporada, uma vez efectuadas as escavações, o melhor arqueólogo do ranking pode reivindicar uma parcela da terra ou ordena a saída dos seus homens para preparar a exibição final no Museu.
Cada parcela da terra é colocada por instrução do mecenas. Ao reivindicar uma parcela, um jogador ganha o direito de recorrer ao mecenas e usar o poder específico do mecenas no decorrer das temporadas subsequentes.
O Museu está dividido em várias salas com menor ou maior prestígio. Os jogadores podem reservar essas salas, enviando homens para dentro do Museu. Eles devem escolher cuidadosamente de entre as diferentes alas, enquanto observam o progresso dos seus oponentes.

35 das 36 cartas apresentam uma parcela de terra na frente, e um mecenas nas costas. A última carta também apresenta uma parcela.

Parcelas: Parcelas são pedaços de terra nos quais os jogadores podem colocar os seus cubos para levar a cabo as escavações. Cada parcela está dividida em seis espaços que podem estar vazios ou conter uma pirâmide. Espaços contendo uma pirâmide são obstáculos; os jogadores não podem colocar cubos nesses espaços. Além disso, ao centro de cada parcela, tem um cartucho com informação. O cartucho indica o nível de prestígio da parcela: algumas cartas não têm qualquer figura, algumas têm um 2, um 3 ou um 5, que representam os pontos de prestígio que os jogadores irão pontuar se eles forem proprietários da parcela. Ao centro do cartucho, um sinal indica o mecenas a quem a parcela está atribuída.

Regiões: No início de cada jogada, uma nova região – composta por parcelas – é preparada. A região é um tabuleiro de jogo. É feita de áreas as quais são grupos de duas parcelas.

As várias áreas que constituem uma região podem ser separadas por um espaço, para fazer com que seja mais fácil distinguí-las. Contudo, as áreas são consideradas adjacentes. Assim, dois espaços separados que estão lado a lado ortogonalmente (mas não na diagonal), em duas cartas diferentes são considerados adjacentes. Além disso, os cartuchos não são considerados como obstáculos. Como consequência, dois espaços separados por um cartucho são considerados adjacentes.
O jogo está dividido em 4 temporadas; cada uma das temporadas está dividida em três fases.

Fase 1 – Nova TemporadaNo início de cada jogada, os jogadores recebem os cubos da sua cor do stock geral. Cada jogador posiciona os seus cubos à sua frente.


Fase 2 – EscavaçõesComeçando com o primeiro jogador e seguindo no sentido dos ponteiros do relógio, cada jogador pode na sua vez, escolher uma acção de entre as quatro acções:

-Começar uma Nova Escavação
-Estender uma Escavação já existente
-Passar
-Recorrer a um Mecenas


Fase 3 – Levantamento
Durante esta fase, os jogadores irão reivindicar parcelas e reservar salas no Museu para a exibição final:

- Levantamento das áreas
- Reivindicar uma Parcela
- Posicionamento dos Cubos no Museu
O jogo termina no final da quarta temporada. Os pontos são contados em função:

-Exibição no Museu
-Séries de Cartas


O tema do jogo é muito idêntico ao Thebes, contudo o mecanismo do jogo é muito diferente. No entanto quem gostar do Thebes também vai gostar deste jogo. O Mykerinos não tem a dimensão nem o preço do Thebes, é muito mais comedido em termos de produção, mas consegue mesmo assim ser original em certos mecanismos do jogo. Um jogo indicado para quem gosta do tema das escavações arqueológicas, com a garantia de que o factor sorte dos sacos dos artefactos do Thebes, não se colocar neste jogo.

Já fiz a tradução das regras do jogo para Português.





Paulo Santos
Paulo Santos
Paulo Santos
Maria Constança Silva