Mostrar mensagens com a etiqueta Queen Games. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Queen Games. Mostrar todas as mensagens

Speculation - Queen Games

http://www.philibertnet.com/en/

Um jogo de Dirk Henn para 3 a 6 jogadores, a partir dos 10 anos, com a duração de 45 minutos.



Componentes do Jogo

  • 1 tabuleiro de jogo
  • 54 cartas de mão - 6 conjuntos de 9 cartas
  • 40 ações - 8 conjuntos de 5
  • 8 placas de empresa - com autocolantes de empresa
  • 6 fichas de ação e 1 saco
  • 6 fichas de movimento e 1 saco
  • Dinheiro


 Objetivo do jogo
Os jogadores tentam aumentar a sua fortuna negociando ações, para o maior lucro possível.
No final, ganha o jogador que tiver tido habilidade suficiente (e sorte suficiente) para obter mais dinheiro.

Preparação
Coloca o tabuleiro de jogo no centro da mesa e as 8 placas de empresa no espaço inicial.
Dependendo do número de jogadores, coloca o seguinte número de ações ao lado do tabuleiro:
3 Jogadores – 2 ações por empresa
4 Jogadores - 3 ações por empresa
5 Jogadores - 4 ações por empresa
6 Jogadores - 5 ações por empresa

Coloca na caixa as restantes ações.
Coloca 1 ação de cada empresa no saco. Cada jogador tira uma ação do saco e coloca-a à sua frente com a face para cima. Devolve as restantes ações aos montes correspondentes, junto ao tabuleiro de jogo. Organiza o dinheiro de acordo com o valor e coloca-o ao lado das ações. Compõem o banco, o dinheiro e as ações. Coloca as fichas de ação num saco e as fichas de
movimento noutro, depois, coloca os sacos ao lado do tabuleiro de jogo.
Dá a cada jogador $20 e um conjunto de 9 cartas. Cada jogador baralha essas cartas, coloca-as num monte com a face para baixo à sua frente e, de seguida, tira as 2 cartas do topo, para formar a sua mão. O jogador que mais recentemente comprou ações do mercado começa o jogo.

Sequência de jogo
Joga-se no sentido horário. O jogador inicial tira 1 ficha de cada saco e coloca-os com a face para cima na mesa, à sua frente. Este jogador é chamado de "jogador ativo".
Em primeiro lugar, executa a ficha de ação para este turno.
Depois, move as placas de empresa de acordo com as cartas reveladas pelos jogadores.

Final do Jogo
Quando uma placa de empresa alcança o espaço FINAL (END), isto é, o espaço #60, os jogadores terminam o turno e o jogo termina.
Se mais que uma placa alcançar o espaço END durante este turno, a sua classificação é igual à ordem pela qual alcançaram o espaço.
De seguida, cada jogador soma o dinheiro da mão e o valor atual de cada ação que possui.
O jogador mais rico vence o jogo. Em caso de empate, os jogadores empatados partilham a vitória.


O Preço de uma Ação
Cada lista de preços de ações corresponde a um segmento do trilho específico.
Para encontrar o preço de uma ação, vê a lista de preço correspondente ao segmento do trilho onde a placa dessa empresa se encontra. A classificação da placa de empresa em relação às
restantes placas dá-te o preço exato das suas ações.


Ao vermos as primeiras imagens do jogo e depois de termos visto as primeiras informações sobre o jogo, não resistimos a colocar este jogo na nossa lista de preferências. Graças à parceria com a Philibert, foi possível satisfazer o nosso desejo.
O primeiro contacto com a caixa do jogo, foi um pouco estranha. A escolha de um touro para ilustrar a caixa (e demais componentes do jogo), parece-nos um pouco desenquadrada, mas, como o mundo da bolsa é um pouco duro e por vezes violento, nada melhor que escolher o símbolo das touradas para retratar o ambiente bolsista.
No interior da caixa temos duas boas divisórias para acomodar os vários componentes do jogo. Contudo, deveria haver uma divisória mais pequena para arrumar as cartas do jogo, ou pelo menos deveriam ser fornecidos elásticos para ajudar nesta arrumação. No entanto, percebemos essa ausência, uma vez que as produções da “Queen Games” têm um cuidado muito grande com as questões ambientais, como ilustra o símbolo verde que se encontra no interior da caixa. Nesse mesmo símbolo podemos ter outra satisfação, de que o jogo foi produzido na europa (e não “made in China”). Podemos dizer que as ilustrações da caixa do jogo estão q.b. apesar da escolha do touro.
Ao nível dos materiais, todos os componentes são de qualidade, o que já é imagem de marca da “Queen Games”. Ao nível das ilustrações, os componentes que compõem o jogo, estão também q.b., conseguindo desempenhar a sua função na perfeição.
O tabuleiro do jogo é de dupla face, sendo uma delas para ser jogado por jogadores mais experientes, uma vez que o grau de dificuldade é maior. Ao nível da sua ilustração, o tabuleiro do jogo, está um pouco pobre, apenas retrata o trilho por onde se movimentam as placas de ações e as tabelas que indicam as cotações das ações. Como imagem de fundo temos novamente o touro. É nosso entender que a ilustração do tabuleiro poderia estar um pouco melhor, para o tornar mais apelativo. Contudo, cumpre na perfeição com a função que lhe foi destinada.
Antes do primeiro jogo temos um pequeno trabalho manual. Temos de colocar os autocolantes das companhias nas placas de madeira. Não somos adeptos deste tipo de escolhas ao nível da produção de um jogo. Contudo, são fornecidos autocolantes extra para o caso de algum acidente nesta operação.
Os sacos em tecido fornecidos com o jogo, tem uma decoração contestável, talvez se fossem pretos e/ou brancos, ficariam melhor. No entanto, não têm o touro… mas, cumprem bem com a função que lhes foi confiada.
As regras do jogo são simples e muto fáceis de perceber. No entanto, isso não é sinónimo de um jogo para crianças. A mecânica criada pelo autor conseguiu através de regras fáceis, criar um grau de dificuldade bastante aceitável para este tipo de jogos cujo tema é a bolsa.
O jogo requer muito planeamento para se conseguir obter o maior rendimento possível das nossas ações.
Cada jogador tem um baralho de 9 cartas, 8 delas representam, cada uma delas, uma companhia cotada em bolsa e uma 9ª carta de “Bank Holiday” que pode significar a não existência de transações em bolsa num turno ou reduzir para metade o movimento das ações.
Uma vez que cada jogador tem um baralho constituído por uma carta de cada companhia cotada em bolsa (mais a “Bank Holiday”) vêem-se obrigados a vender e a comprar ações constantemente, para conseguir rentabilizar a sua carteira de ações e o seu dinheiro.
Ter uma ação, de uma carta que já foi jogada, durante muito tempo, pode provar perda de dinheiro, se outros jogadores não ajudarem na defesa da sua posição em bolsa. Isto porque, as cartas jogadas só voltam a estar disponíveis, quando todas as cartas do baralho tiverem sido jogadas, isto é, depois de se ter baralhado o monte das cartas descartadas.
Tem de haver uma atenção sobre as cartas que foram jogadas do nosso baralho, para que tenhamos a noção exata das cartas que ainda podem vir a ser utilizadas, para fazer uma boa gestão da nossa carteira de ações ao nível da compra e venda.
Não menos importante, é estar atento às compras e vendas dos nossos adversários para que possamos perceber as suas intenções e daí tirar o melhor proveito.
A carta “Bank Holiday” pode estragar todos os nossos planos. Daí ser importante estar atento às cartas que vão saindo dos nossos adversários e nossas, porque irá chegar o momento em que esta carta irá ser forçosamente jogada.
A forma como o Dirk Henn encontrou para estabelecer a cotação de uma ação está original e muito interessante, aumenta o grau de dificuldade do jogo, que conjuntamente com o facto de quando estamos num turno de negociações, só se poder vender e ou comprar uma ação, obriga-mos a um planeamento estratégico bem elaborado, para que consigamos tirar o máximo proveito financeiro possível.
Atenção à aproximação do fim do trilho, o espaço “End”, porque isso significa o fim do jogo. Nesse momento é bom ter ações da nossa carteira de ações bem classificadas no trilho, para que consigamos obter o máximo rendimento financeiro possível na contagem final do dinheiro que cada jogador possui, para atribuição do vencedor.
Quem gosta deste tipo de jogos sobre a Bolsa de Valores, vai com toda a certeza gostar deste jogo, porque a mecânica para atribuição das cotações das ações está muito interessante.
Quem nunca experimentou este tipo de jogos, tem aqui uma boa oportunidade para se iniciar no mundo da bolsa.


Tema/Objectivo









8
Mecânica/Regras









7
Componentes/Artwork









6
Jogabilidade/Interacção









7
Estratégia/Dificuldade









7
Duração/Diversão









8
Originalidade/Criatividade









7
Preparação/Começar a jogar









8
Caixa do jogo/Apresentação









6
Preço/Vale o Dinheiro









8
Apreciação Global7,2


dreamwithboardgames
Dirk HennQueen Games
Comprar o JogoBoardGameGeek


Paulo Santos
Diogo Silva
Paulo Santos
Paulo Santos
Maria Constança Silva
http://www.philibertnet.com/en/

Templar: The Secret Treasures - Queen Games

http://www.philibertnet.com/en/


Um jogo de Jesús Torres Castro para 2 a 5 jogadores, a partir dos 8 anos, com a duração de 60 minutos.



Ordem dos Templários foi destruída por Filipe o Belo mas alguns Cavaleiros Templários sobreviveram num pequeno e remoto mosteiro.
Eles ajudam os jogadores a recolher os tesouros da antiga Ordem - tesouros que foram dispersos - e armazenam-nos em lugares secretos do mosteiro. Templar: The Secret Treasures é um entusiasmante jogo de família em que todos tentam esconder o maior número possível de tesouros, mas apenas o jogador que tiver sucesso em ser reconhecido pelos seus esforços, pontuará mais pontos de vitória e vencerá o jogo.


Componentes

  • 1 tabuleiro de jogo - que mostra as 13 salas do mosteiro e os seus números.
  • 1 mapa "porto" - com 6 armazéns
  • 5 cartas de referência - 1 para cada cor de jogador
  • 1 porta
  • 90 fichas de porto - 13 cálices, 17 livros e 60 anéis sinete (20 de cada um dos três tipos)
  • 3 figuras de madeira
  • 160 tesouros - 5 cálices, 6 livros, 21 anéis sinete (7 de cada um dos três tipos) por cada jogador
  • 5 Peças de Jogador - 1 de cada cor de jogador
  • 50 cartas - 9 cartas de personagem e 1 carta "Os Sinos" por cada jogador (o verso tem a cor do jogador)
  • 5 Marcadores de Pontuação - 1 de cada cor de jogador
  • 1 saco de linho
  • 1 livro de regras


Objetivo do jogo
Os jogadores adotam o papel de Cavaleiros Templários, que tentam recolher tantos tesouros da sua ordem quantos os possíveis, escondendo-os depois nas salas do mosteiro.
Quando move a sua peça, o jogador procura a ajuda dos residentes para esconder os tesouros. Cada residente tem diferentes habilidades: os Monges ajudam a esconder objetos enquanto que o Abade avalia os tesouros e oferece
pontos de vitória aos jogadores; a irmã Maria pode transportar novos tesouros para o mosteiro, enquanto outros podem mover tesouros ou abrir e fechar portas. Mas cuidado com o novo Prior Severus, pois ele não é um Cavaleiro Templário e não pode descobrir as atividades dentro do Mosteiro. No final do jogo, cada jogador recebe pontos de vitória adicionais por anéis sinete dentro da capela e pelo número de salas onde escondeu tesouros, para esconder os segredos dos Cavaleiros Templários.

Preparação
1. Coloca o tabuleiro de jogo no centro da área de jogo, com o mapa do porto ao seu lado.
2. Coloca as fichas de porto no saco de linho e mistura-as bem. Depois, equipa o porto, tirando, aleatoriamente, fichas do saco e colocando-as nas caixas de cada armazém: 3 fichas em cada um dos 3 primeiros armazéns (começando com o armazém que tem o símbolo de navio) e 4 fichas em cada um dos restantes 3 armazéns. Cada armazém só pode conter 1 cálice. Se tirares um segundo cálice, continua a tirar até que encontres uma ficha válida, depois devolve as fichas de cálice excedentes ao saco. Depois de equipares os armazéns mantém o saco junto ao porto.
3. Coloca a porta na passagem entre a sala 9 e a sala 13.
4. O jogador mais novo é o jogador inicial. O jogador à sua direita coloca o Abade Remigius em qualquer sala no mosteiro, depois, o jogador seguinte à direita coloca Vitus numa sala adjacente. Finalmente, o próximo jogador à direita coloca o Prior Severus em qualquer sala, quer esteja ocupada ou não.
5. Dá a cada jogador um conjunto de cartas, a peça de jogador, o marcador de pontuação e os tesouros da cor da sua escolha. Todos os jogadores colocam as suas cartas na mão.
6. Todos os jogadores colocam as suas peças de jogador à frente da entrada principal e os seus marcadores de pontuação no espaço 0 do trilho de pontuação.
7. Cada jogador mantém os seus tesouros ao lado do tabuleiro, como uma reserva.
8. Cada jogador tira 1 ficha de anel sinete de cada tipo e uma segunda ficha de anel sinete de dois tipos (5 no total) e coloca-os com o lado não pontuado para cima, à sua frente. Este armazenamento pessoal é visível a todos e está à disposição do jogador.


Sequência de jogo
Na primeira ronda do jogo:
Todos os jogadores escolhem uma carta da sua mão, colocam-na com a face para baixo na mesa e de seguida revelam-na simultaneamente. Começando com o jogador inicial e seguindo no sentido horário, cada jogador realiza a ação da sua carta jogada. O jogo continua com a sequência de jogo normal.
A partir da segunda ronda de jogo:
Começando com o jogador inicial e realizando turnos no sentido horário, um jogador joga uma carta da sua mão à sua frente, de seguida, realiza essa ação. Cada jogador coloca a sua carta sobre as suas cartas jogadas anteriormente, criando assim um monte de descarte pessoal com apenas a última carta jogada a estar visível.
Continua com esta sequência de jogo até que um jogador despolete o final do jogo.


Final do jogo
A ronda final do jogo inicia-se assim que uma das seguintes duas condições se cumpra:
Depois de jogar uma carta "Os Sinos", um jogador não conseguir reabastecer completamente os armazéns com fichas de porto. Um jogador anuncia durante o seu turno que colocou pelo menos um dos seus tesouros (pontuado ou não) em cada uma das 13 salas. Depois de uma destas condições ter sido cumprida, cada jogador, incluindo aquele que despoletou o final do jogo, realiza um turno completo, a seguir o jogo termina. Os jogadores fazem então uma pontuação final o durante a qual recebem pontos de vitória adicionais:
  • Cada anel sinete não pontuado na igreja vale 2 pontos de vitória ao seu proprietário.
  • Cada jogador recebe pontos de vitória de acordo com o número de salas que contêm os seus tesouros, pontuados ou não.

O jogador que tiver mais pontos de vitória vence o jogo.
Em caso de empate, os jogadores empatados partilham a vitória.
 


Tudo que diga respeito às atividades desenvolvidas pelos Cavaleiros Templários sempre fizeram parte do nosso imaginário. Daí que não podíamos deixar de viver um desses episódios com este “Templar”.
Quando a caixa do jogo chegou às nossas mãos, a nossa imaginação não parou de criar possíveis cenários e acontecimentos da época, conseguindo despertar ainda mais o nosso interesse e curiosidade em jogar o jogo.
Parabéns à Queen Games pelo excelente trabalho de ilustração da caixa do jogo que consegue despertar qualquer espírito menos atento. Não foi possível estar muito tempo sem abrir a caixa, a curiosidade e as expetativas eram enormes. O interior da caixa não é muito diferente das últimas produções da Queen Games, como Speculation e Via Appia, com duas grandes divisórias. A grande diferença em relação a estes jogos, foi o fornecimento de 5 sacos plásticos recicláveis para que possamos acomodar individualmente os componentes de cada jogador (de cada cor). Mas, mais uma vez, o saco em tecido fornecido com o jogo para colocar as fichas de porto tem uma decoração muito discutível, que não se enquadra no tema do jogo, é algo que temos assistido nas últimas produções da Queen Games.
Como já é imagem de marca da Queen Games, os materiais dos vários componentes do jogo são de qualidade. Todos os componentes em cartão têm uma espessura adequada ao uso e ao toque. Ao nível das ilustrações, o jogo está q.b.. Todas desempenham bem a sua função.
O tabuleiro do jogo retrata as várias salas da abadia, mas sem grandes pormenores gráficos. Acreditamos que o tema podia ter dado mais imaginação aos designers gráficos de serviço, já que nas cartas houve essa imaginação e cuidado em fazer um trabalho de bom nível.
Já o outro tabuleiro, o do porto está muito melhor ilustrado que o tabuleiro do jogo, dando uma preciosa ajuda na criação do ambiente da época. Este juntamente com as cartas, são os componentes responsáveis por dar o ambiente correto do tema jogo.
As regras do jogo são fáceis de perceber, porque estão muito bem elaboradas e bem esquematizadas. Depressa se entende a mecânica do jogo, principalmente quem já é um jogador experiente, porque depressa vai encontrar semelhanças, ao nível da mecânica, com outros jogos já existentes no mercado. Daí que, quem está à espera de grandes novidades ou originalidades ao nível da mecânica do jogo, o “Templar” não é o jogo indicado. Contudo, quem procura um jogo familiar que adapta muito bem mecânicas mais elaboradas, o “Templar” é o jogo indicado, porque consegue ir buscar o que de bom já foi trabalhado noutros jogos (mecânica, dificuldade e estratégia) e transportar tudo isso para um jogo familiar bastante interessante. O “Templar” pode ser uma excelente opção para cativar novos adeptos para o mundo dos jogos de tabuleiro.
O “Templar” permite que possamos passar bons momentos em família, a jogar um jogo com um tema muito apelativo, de uma forma mais descontraída. No entanto, requer muita atenção a forma como os tesouros vão sendo colocados na abadia, porque quando um jogador conseguir posicionar tesouros em todas as salas da abadia, vai despoletar o fim do jogo.
A gestão das nossas cartas deve ser feita de forma cuidada para que possamos rentabilizar ao máximo a sua utilização, evitando situações de jogo, em que a única saída que temos é jogar a carta “Os sinos” para que possamos ter disponíveis, todas as nossas cartas.
Não podemos descorar o Porto, porque é a única fonte de tesouros, que tanto precisamos para espalhar pela abadia.
Não nos podemos esquecer que os cálices e os livros são os tesouros mais valiosos ao nível de obtenção de pontos de vitória, num turno de pontuação do Abade Remigius.
O Prior Severus pode ser uma opção para evitar que o Abade possa distribuir pontos de vitória pelos jogadores.
Os monges são essenciais para que seja possível posicionar tesouros na abadia.
Já o Benjamim pode ser útil para alterarmos os tesouros das salas, podendo desta forma influenciar a sua pontuação ou a colocação de tesouros numa sala.
A Maria é essencial para que possamos visitar o Porto e obter os tesouros tão essenciais ao objetivo do jogo.
O Ilustrador é uma forma fácil de ganhar pontos de vitória, se for bem jogado.
Já o Porticus serve para atrapalhar a vida dos nossos adversários, porque fechamos a porta de passagem de algumas salas, ao mesmo tempo que ganhamos um ponto de vitória.
Por aqui se vê que este jogo requer planeamento estratégico e tem um grau de dificuldade interessante para um jogo familiar.
O “Templar” é um jogo que vai ajudar a passar bons momentos em família e que deves experimentar, porque está interessante, apesar de não haver quaisquer novidades ao nível da sua mecânica.


Tema/Objectivo









8
Mecânica/Regras









8
Componentes/Artwork









7
Jogabilidade/Interacção









8
Estratégia/Dificuldade









7
Duração/Diversão









8
Originalidade/Criatividade









7
Preparação/Começar a jogar









8
Caixa do jogo/Apresentação









7
Preço/Vale o Dinheiro









7
Apreciação Global7,5



dreamwithboardgames
Jesús Torres Castro Queen Games
Comprar o JogoBoardGameGeek


Paulo Santos
Diogo Silva
Paulo Santos
Paulo Santos
Maria Constança Silva
http://www.philibertnet.com/en/